A categoria bancária possui uma convenção coletiva própria, com regras específicas sobre jornada, horas extras, cargos de gestão e remuneração variável. Bancos e instituições financeiras conhecem bem essas regras, e em muitos casos, se aproveitam do desconhecimento do trabalhador para não cumpri-las.
No Costa & Macedo, atuamos na defesa de bancários que tiveram seus direitos desrespeitados: seja no pagamento incorreto de horas extras, no enquadramento indevido como cargo de confiança, em situações de assédio moral ou em rescisões com verbas calculadas de forma equivocada.
Conhecemos as particularidades do setor e atuamos com estratégia em cada situação.
A jornada de 6 horas é um direito da categoria. Quando desrespeitada, ou quando o cargo de confiança é aplicado indevidamente para suprimir esse direito, é possível buscar a reparação pelas horas trabalhadas além do permitido.
Cobranças abusivas, exposição em rankings, ameaças veladas e pressão constante por desempenho são práticas frequentes no setor bancário e podem configurar assédio moral passível de reparação.
Receber uma gratificação de função não significa automaticamente abrir mão dos direitos da categoria. Analisamos se o enquadramento feito pelo banco é legítimo ou uma forma de reduzir seus direitos.
Planos de demissão voluntária, desligamentos após reestruturações e rescisões negociadas envolvem valores consideráveis. Antes de assinar, é fundamental entender o que cada cláusula representa.